
A Apple teve que adicionar um novo alerta para seus consumidores não engolirem suas AirTags, conforme solicitação da Comissão de Segurança de Produtos de Consumo dos Estados Unidos (CPSC).
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Em um comunicado à imprensa, a CPSC revelou que emitiu um “aviso de violação” havia sido emitido para a Apple, que não estava cumprindo com os requisitos da Lei de Reese.
Promulgada em 2022, a Lei de Reese visa aumentar a segurança de produtos que contêm baterias tipo botão ou moeda, especialmente para evitar ingestão por crianças pequenas.
“A Apple AirTag, um popular dispositivo de rastreamento, atende aos requisitos de performance para proteger a bateria de lítio em formato de moeda”, explicou a CPSC.
“Porém, as unidades importadas depois de 19 de março de 2024, data de vigência da Lei Reese, não atende aos avisos na caixa e no produto exigidos.”
A Apple adicionou alertas de segurança tanto nas AirTags quanto nas caixas dos aparelhos. Mas, devido ao grande número de dispositivos vendidos, a empresa também colocou um aviso no app Buscar.
Deste modo, toda a vez que o usuário trocar a bateria de sua AirTag, o aplicativo emitirá um alerta sobre a toxicidade do componente.
A mudança chegará em breve por meio de uma atualização do app, mas não ficou claro se os alertas também chegarão para usuários fora dos EUA.
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